17/05/2017

Gestão profissional

Por: Carla Brayner



SÍNDICA BUSCOU CURSOS E PROFISSIONAIS PARA MELHORAR A GESTÃO DE HOME CLUB


Ao assumir como síndica o condomínio Horizon Residence, com 104 unidades habitacionais e diversos itens de lazer, Elisabeth Cardoso da França, servidora pública do Estado da Bahia, identificou a necessidade de profissionalizar a gestão. 

Seguindo a ideologia de que o síndico precisa de suporte operacional para viabilizar respostas aos desafios que surgem no cotidiano da administração e nas relações interpessoais, Elisabeth buscou parcerias especializadas e fez cursos que a habilitassem à condição de síndica de um grande e complexo empreendimento imobiliário. “Embora tenha iniciado como síndica moradora e seja servidora pública com experiência em gestão, ao assumir o cargo em um Home Club percebi que a gestão precisava ser profissionalizada”, contou Elisabeth, que é síndica do condomínio Horizon Residence, há cerca de três anos e sempre atuou nas gestões dos condomínios que residiu, como síndica, subsíndica e membro do conselho consultivo ou fiscal.

Seu modelo da gestão segue uma proposta colegiada com a participação efetiva dos membros dos conselhos e moradores. “Implantamos diversos procedimentos operacionais com treinamento dos colaboradores e aplicação de feed­back corretivo quando necessário. Contamos com assessoria administrativa e jurídica regular que subsidiam as decisões de forma oportuna e qualificada”, disse a síndica. 

Através da disponibilidade de compartilhar os aprendizados acumulados, Elisabeth iniciou uma atuação de apoio aos síndicos iniciantes, às administradoras de condomínios e aos síndicos profissionais. “Sou leitora assídua da revista, venho participando dos encontros com os especialistas da área e comecei a participar de cursos voltados para essa temática. Assim conheci síndicos, alguns que já até atuavam como profissional da área”, relatou Elisabeth. 


“O MERCADO CONDOMINIAL NA BAHIA AINDA
REQUER UM AMADURECIMENTO PROFISSIONAL”



“O mercado condominial na Bahia ainda requer um amadurecimento profissional. Não cabe mais deixar a gestão condominial nas mãos de pessoas com boa vontade, pouca experiência profissional para gerir os recursos de terceiros, sem conhecimento sobre a responsabilidade civil do condomínio e do síndico e não querer lidar com os conflitos que emergem no dia a dia de um coletivo de pessoas com diferentes hábitos e costumes. Daqui para frente haverá cada vez menos síndico amador/voluntário e avançaremos no surgimento de síndicos profissionais ou gestores condominiais com expertises empresariais de grandes negócios”, finalizou Elisabeth.



 

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