E se de repente, não tem uma luz acesa e todos precisam evacuar? É fundamental que itens de segurança estejam atualizados. Cada placa possui uma regulamentação referente ao tamanho e ao modelo, dependendo da sua aplicação. O síndico deve conhecer a abrangência da ABNT NBR 13.434, para exigir o seu cumprimento.
A sinalização de segurança contra incêndio e pânico tem como objetivo reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertando para os riscos existentes, e garantir que sejam adequadas a situação de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.
De acordo com Marcelo Varotti, diretor da MVS Sinalização, quando acontecer um apagão, deve aparecer: placas de rota de fuga (placas verdes) e as placas de equipamentos (placas vermelhas, como extintores, hidrantes e alarmes). “Ao adquirir os itens, o síndico deve consultar se a empresa é certificada e se as placas atendem as normas da ABNT, importante também saber se a empresa respeita os locais e as medidas para a instalação descrita pela norma”, conta Marcelo.
“A sinalização de orientação e salvamento tem por função indicar as rotas de saída e evacuação de emergência , bem como as ações necessárias para orientação do público e controle de pânico, permitindo uma evacuação rápida e segura aos usuários e em atendimento total as suas diversidades motoras, sensoriais e cognitivas”, alerta Marcelo.
Os síndicos e administradores de condomínios devem solicitar a visita de uma empresa especializada para que seja feita a contagem e dimensionamento das placas de rota de fuga e equipamentos necessários. Itens simples que salvam vidas.
As placas devem obedecer alguns requisitos:
• Desempenho fotoluminescente.
• Identificação do fabricante.
• Certificação.
• Cores na sinalização.
• Borda delimitadora.
• Dimensões e visibilidade.
• Códigos inteligentes.
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