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Crédito: Freepick
Publicado: 20.06.2025
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Erros comuns ao abordar a segurança e o papel de todos

Câmeras, porteiros atentos, muros altos e sensores de presença. À primeira vista, parece que a segurança dos condomínios está garantida. Mas na prática, falhas simples e muitas vezes ignoradas, podem abrir as portas para ris­cos como furtos, invasões e até situações de violência. 


A maioria dos condomínios ainda atua no improviso. “É comum encontrarmos locais com excelente in­fra­­­­estrutura, mas com falhas graves de protocolo, tre­inamento e envolvimento dos moradores”, afirma Hum­berto Watanabe, CEO da Ghaw Serviços e especialis­ta em segurança patrimonial. 


Entre os equívocos mais frequentes, Watanabe destaca a ausência de um plano de segurança integrado. “Sem uma estratégia clara, baseada em avaliação de riscos, qualquer sistema de segurança perde força. Outro ponto crítico é o treinamento dos funcionários. Porteiros e vigilantes são a linha de frente contra ameaças, mas muitas vezes estão despreparados para agir sob pressão”, alerta o especialista. 


E o que dizer da famosa confiança no porteiro “de casa”? Segundo Watanabe, esse é um erro clássico: “Por conhecer os moradores, alguns porteiros relaxam na checagem. É aí que oportunistas agem. Familiaridade nunca deve substituir protocolo”. 


 A negligência se estende também ao uso de tecnologias. “Câmeras mal posicionadas, com imagens ruins ou sem gravação útil, são comuns. As pessoas investem em equipamentos caros, mas esquecem da manutenção e da estratégia de instalação”, aponta. 


As câmeras de segurança são essenciais, mas não fazem milagre. “Elas precisam estar bem-posicionadas, com boa imagem e gravando constantemente. E devem ser parte de um sistema mais amplo, com controle de acesso, alarmes e vigilância ativa. Áreas esquecidas, como escadas de emergência, muitas vezes são usadas por invasores”, alerta. 

 

“SEM UMA ESTRATÉGIA CLARA, BASEADA

EM AVALIAÇÃO DE RISCOS, QUALQUER

SISTEMA DE SEGURANÇA PERDE FORÇA”

Humberto Watanabe
CEO da Ghaw Serviços e especialista 
em segurança patrimonial

 


Engana-se quem pensa que prédios com poucas unidades estão imunes a ameaças. “Criminosos sabem que nesses locais há menos vigilância e mais confiança entre vizinhos. Por isso, soluções acessíveis como portaria remota, câmeras com acesso pelo celular e redes de vizinhança são altamente recomendadas”, diz Watanabe. 


Para o especialista, segurança começa com cultura. “É fundamental envolver os condôminos com campanhas, comunicados e as­­sembleias temáticas. Quando todos entendem que têm responsabilidade no processo, o resultado aparece.” 


A segurança condominial exige um olhar estratégico, treinamento contínuo, uso inteligente da tecnologia e — acima de tudo — comprometimento coletivo.

 


 

Fonte: Site de Noticias 1

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